Petrópolis

O centro histórico de Petrópolis fica a 20 minutos de carro. O distrito de Itaipava fica igualmente a 20 minutos de carro.

A História de Petrópolis começou há mais de 150 anos, quando a cidade servia de passagem entre o Rio de Janeiro e Minas Gerais.

D. Pedro I deixou-se seduzir pelo clima e beleza da Mata Atlântica, o que o levou a adquirir a Fazenda do Córrego Seco em 1830. Herdada por seu filho, D. Pedro II, e graças ao Major Júlio Frederico Koeler, engenheiro do exército de Sua Majestade, e de Paulo Barbosa, mordomo da Casa Imperial, a então fazenda deu origem à cidade, fundada em 16 de março de 1843, ganhando um arrojado plano urbanístico. Características desse projeto podem ser apreciadas ainda hoje, quando se caminha pelas ruas do Centro Histórico, outrora sede da Fazenda Córrego Seco e em cujo coração encontra-se o Museu Imperial e tantos outros atrativos.

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Numa época em que o pioneirismo dava o tom da História, Petrópolis abriu os braços para imigrantes alemães, italianos e portugueses, entre outros. Os alemães tiveram participação fundamental na construção da primeira estrada de ferro brasileira, em 1854, obra do Barão de Mauá, ligando o Porto de Mauá à Raiz da Serra, facilitando, assim, o acesso à Petrópolis.

Casa de Santos Dumont

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A Casa de Santos Dumont foi construída no ano de 1918. É um chalé com estilo alpino francês. O primeiro andar é uma oficina, o segundo andar é feito de um único cômodo, que possui sala de jantar/estar e biblioteca. O quarto e banheiro, localizados no terceiro andar, é acessível por uma escada com inclinação bastante acentuada.

Palácio de Cristal

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Palácio de Cristal foi um presente dado a Princesa Isabel, por seu marido, o Conde D’Eu. Foi inaugurado em 2 de fevereiro de 1884. Esta foi a primeira construção pré-fabricada do Brasil, que recebeu influências de várias partes do mundo. A influência européia é marcante, e pode ser vista por várias ruas da cidade, e em vários monumentos históricos.

Museu Imperial

Museu Imperial de Petrópolis

O Museu de Petrópolis começou a ser construido em 1845, e suas obras se estenderam até 1862. O engenheiro major Júlio Frederico Koeler é o autor desta construção. A obra foi feita baseada na construção de uma cidade ao seu redor, com planejamento urbano, com ruas dispostas cuidadosamente para que futuramente viesse a ser habitada, pois naquela época Petrópolis era quase desabitada.

Palácio Quitandinha

Palácio Quitandinha em Petrópolis

O Hotel Quitandinha, conhecido também por Palácio Quitandinha, por ser um “palácio”, foi construído em 1944 por Joaquim Rolla, para ser o maior cassino-hotel da América Latina. Seu estilo é uma mistura do estilo concha (rococó) hollywoodiano por dentro, e normando-francês por fora. Nele, está localizada a segunda maior cúpula do mundo, com 50 metros de diâmetro e 30 metros de altura.

Palácio Mauá

Palácio Mauá em Petrópolis

O Palácio Mauá está localizado no início da Avenida Barão do Rio Branco, em frente à Praça da Confluência, bem próximo ao Palácio de Cristal, onde é possível visualizá-lo perfeitamente. O casarão feito em estilo neoclássico foi construído entre 1852 e 1854. Possui ao seu redor grades de ferro, muro de alvenaria e um jardim com espécies raras da flora, como palmeiras, árvores frutíferas, entre outras.

Casa dos 7 Erros

Casa dos 7 Erros em Petrópolis

A Casa da Ipiranga, também conhecida como Casa dos Sete Erros, possui este apelido por conta de pequenas diferenças entre os telhados e as janelas dos lados esquerdo e direito de sua fachada. Erguida em 1848, foi residência da família de José Tavares Guerra, também construtor do imóvel. Nas obras foi utilizada mão-de-obra de imigrantes alemães em lugar da escrava. A casa mantém suas características originais, com alguns espaços requalificados, como a cocheira, que foi transformada em um bistrô.